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Vazamento de óleo: 5 danos que ele causa às indústrias

Para que tudo corra bem, o cotidiano industrial é repleto de normas e procedimentos — todos fundamentais para a segurança dos funcionários e a produtividade da operação. Por conta disso, elaboramos este artigo visando um dos problemas mais perigosos na jornada da sua empresa: o vazamento de óleo.

Felizmente, esse é o tipo de situação evitável, bastando aplicar alguns métodos e cuidados, não somente preventivos, mas também preditivos, protegendo a linha de produção com o acompanhamento dos dados. Sendo assim, o nosso objetivo é frisar a importância dessa mensagem no seu dia a dia, e para isso, reunimos os principais danos e causas desse problema. Acompanhe!

Os 5 principais danos causados pelo vazamento de óleo

Primeiro, é interessante notar que este conteúdo compila uma série de noções importantes para o preparo do plano de lubrificação industrial. Afinal de contas, reconhecer os prejuízos de um vazamento, aprendendo suas causas e soluções é agir diretamente na eficiência da sua empresa, reduzindo custos e protegendo a eficiência da linha de produção. Agora, conheça esses danos!

1. Desperdício

O primeiro grande prejuízo está na perda do produto em si. O vazamento de óleo tem um impacto negativo no caixa da operação, que em algum momento, precisará desembolsar mais recursos para repor todo o fluido desperdiçado, o que pode ser alguns ml ou um barril inteiro — a depender da velocidade com que a equipe percebeu e solucionou o problema.

2. Imprevisibilidade

O vazamento de óleo costuma ser um sinônimo para a desorganização, tanto em causa como em consequência. Após identificado o problema, o supervisor precisará mobilizar funcionários para resolver a situação, prejudicando a produtividade e a segurança do setor abandonado.

Para além desse ponto, ainda existe o impacto da imprevisibilidade no controle de estoque. Afinal, essa situação acaba exigindo a reposição do produto, antecipando seus pedidos de compra. Então, é importante notar que mesmo que a empresa conte com uma reserva para imprevistos, isso ainda resultará no desperdício de insumos, tempo e dinheiro.

3. Ociosidade

Quando o vazamento acontece nos equipamentos e não durante o armazenamento, a correção exige a paralisação do maquinário. Essa pausa pode colocar a produção em risco, estourando prazos com os clientes, prejudicando o setor logístico e deixando a operação aquém da meta diária de produtividade.

4. Insegurança ocupacional

Não menos importante, temos o risco de acidentes no ambiente de trabalho. Pois veja, qualquer resíduo de óleo no chão já é suficiente para elevar os perigos de escorregamentos, quedas e, até mesmo, acidentes com empilhadeiras.

Além das complicações trabalhistas que possam ser originadas nessas situações, os supervisores também precisam ficar atentos quanto aos riscos à saúde dos operadores, com os perigos da inalação ou contato direto com a pele.

5. Risco ambiental

Por último, temos o prejuízo ambiental. Além de ser uma violação gritante do compromisso da empresa com a sustentabilidade, a contaminação do solo pode causar desdobramentos prejudiciais para as comunidades no entorno da indústria, por exemplo, na contaminação de um lençol freático.

As 4 principais causas do vazamento de óleo

No entanto, o vazamento não é um problema aleatório, mas sim, uma consequência de algum erro operacional, geralmente, provocado por uma negligência. Veja só!

1. Montagem incorreta

Seja durante a instalação de um novo equipamento ou na sua reposição após a manutenção: a montagem incorreta sempre deixa vulnerabilidades passarem desapercebidas. Essa é uma situação com várias causas possíveis, desde a incompetência até um momento breve de desatenção.

Em ambos os casos, o problema poderia ser facilmente evitado, bastando que se realizasse uma inspeção geral do equipamento, certificando que todas as etapas foram respeitadas e que o maquinário não apresentava nenhuma vulnerabilidade. Sim, um checkup pós-manutenção: tão óbvio quanto eficaz!

2. Contaminação

Nesse cenário, os operadores ignoram a possibilidade de que o fluido seja contaminado durante a utilização. O problema aqui é que isso de fato acontece, por fatores como: erros de manuseio e exposição ou ainda, pelo estresse operacional.

Seja como for, em algum momento, o óleo se torna impuro, facilitando o acúmulo de detritos metálicos em algumas seções dos componentes internos. Com a ação do tempo, esses sedimentos aceleram a corrosão das superfícies e provocam a vazão do fluido.

Novamente, um problema sério que pode ser facilmente evitado, desde que a empresa obedeça as etapas de análise do óleo lubrificante.

3. Manutenção inadequada

De alguma maneira, essa causa também inclui em si o fator da montagem incorreta. Mas dedicamos este tópico exclusivo para focar na negligência durante a manutenção, que não inspeciona os componentes com a atenção necessária ou simplesmente, nem é realizada.

Em uma era de plena competição, a indústria que ignora a manutenção está assinando um atestado de irresponsabilidade, seja com os recursos investidos na operação, com a segurança do consumidor na utilização da mercadoria ou com o próprio tempo empregue em uma atividade fadada ao fracasso.

4. Condições adversas

Já aqui, incluímos todo o leque de possibilidade para a causa de um vazamento. Como exemplo, listamos o uso do óleo inadequado às condições operacionais, erros durante o transporte e armazenamento dos barris, exposição dos reservatórios por períodos prolongados e situações afins.

Apesar de toda a resistência química desses produtos, os óleos lubrificantes são soluções sensíveis aos erros humanos — essa é a realidade! Qualquer deslize anterior ou presente à utilização será revertido em prejuízos para os seus equipamentos e, talvez até mesmo, aos seus colegas de trabalho.

O melhor método preventivo

Foi pensando nisso que listamos algumas práticas úteis contra o vazamento de óleo na sua linha de produção. A ideia aqui é blindar a operação desses riscos, confiando nas melhores ferramentas disponíveis para se antecipar a esse problema. Veja!

Investir na manutenção preditiva

Um procedimento indispensável para qualquer setor da indústria, pois age no monitoramento da “saúde” dos equipamentos, identificando qualquer queda de produtividade e alteração na performance, que possa ser interpretada como um problema técnico no futuro — principalmente quando falamos dos vazamentos.

Nesse sentido, a manutenção preditiva tem duas soluções para as empresas: a análise do óleo, como explicada mais cedo, e a análise das vibrações. É nesse segundo procedimento que é possível identificar um dos maiores sintomas dos vazamentos.

Afinal, a contaminação do óleo está correlacionada com a perda de fluidez e emissão de atrito e ruídos, provocando as vibrações. Com essa análise, você ganha muito tempo para aplicar uma solução, seja no reabastecimento com óleo em boas condições ou na substituição de peças danificadas.

Por fim, vale a pena lembrar da importância da manutenção preventiva, um procedimento que embora não seja tão sofisticado, também é capaz de identificar desgastes com certa antecedência, possibilitando a troca de componentes antes da aparição do problema.


fonte: Inovação Industrial



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