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Manutenção de máquinas agrícolas: 5 cuidados na escolha e uso do óleo lubrificante correto

Boas práticas de manutenção de máquinas agrícolas são cada vez mais importantes para os produtores rurais. Só com os cuidados certos é possível maximizar o investimento realizado em máquinas feitas para durar décadas, que passam horas em operação no campo.

A mecanização no setor agrícola avançou significativamente nos últimos 30 anos. Se no passado o trabalhador rural lidava apenas com máquinas simples e muito trabalho pesado, hoje a produtividade foi multiplicada por equipamentos que fazem de tudo no campo, do plantio à colheita.

Uma boa lubrificação é fundamental para uma boa manutenção de máquinas agrícolas. E para explicar melhor as particularidades desse setor, conversamos com Frederico Figueira, engenheiro mecânico e assessor comercial da PETRONAS. Confira!

Quais são as particularidades da manutenção de máquinas agrícolas?

Engana-se quem pensa que o regime de trabalho e o ambiente agrícola é menos severo que em outros setores. Além das altas temperaturas e poeira, a demanda de eficiência e produtividade exigida por esse mercado cada vez mais competitivo só aumenta. E os equipamentos precisam dar conta do tranco.

No mercado sucroenergético, por exemplo, o maquinário trabalha por volta de 16 horas ao dia sem pausas, durante uma safra de 8 a 9 meses.

Já na produção de grãos, em que o tempo de safra é limitado, é preciso trabalhar com prazos muito apertados no preparo do solo, plantio e colheita, pois o produtor depende das condições climáticas ideais para cada uma dessas etapas.

“A demanda pela produtividade dos equipamentos agrícolas é muito grande, porque a janela de trabalho é limitada por condições ambientais. Há prazos corretos para colher e plantar. Não é como mineração. A cana tem um prazo correto”, explica Frederico.

E esse trabalho normalmente acontece nos meses mais quentes do ano, o que impacta diretamente na escolha dos lubrificantes — uma das principais funções deles é o arrefecimento.

“Eu trabalho em diversos segmentos e sempre digo que a colhedora de cana (que é a alma de uma usina, no que diz respeito à parte agrícola) trabalha no regime mais severo que eu conheço”, destaca Frederico.

Qual é o impacto da escolha do lubrificante?

A escolha do lubrificante ideal está diretamente relacionada à durabilidade e produtividade dos equipamentos agrícolas. Isso significa que com o produto certo, a máquina não vai só ter uma vida útil mais longa, como também terá uma capacidade produtiva maior ao longo dela, potencializando o investimento feito em duas frentes diferentes.

Naturalmente, isso está associado também às boas práticas de manutenção preventiva e preditiva, com controle efetivo sobre os processos e condições da manutenção.

Se por exemplo, é utilizado um lubrificante cujo o SAE permite uma viscosidade mais baixa na partida a frio, como é o caso do URANIA K, essa característica possibilita uma lubrificação mais rápida, diminuindo consideravelmente o desgaste nesse momento crítico. “Na partida a frio, em alguns centésimos de segundo, o motor trabalha sem lubrificante na parte superior”, alerta Frederico.

Quanto mais rápido por a lubrificação na partida a frio, menor o desgaste. Depois na temperatura normal de trabalho, o lubrificante tem que ter uma boa resistência à oxidação, o que pode ser assegurado por uma base sintética, que por sua natureza já tem uma melhor resistência à oxidação gerada pelo aquecimento.

Quais os 5 cuidados necessários com os lubrificantes de equipamentos agrícolas?

Entre os vários cuidados importantes envolvendo lubrificantes na operação de máquinas agrícolas, vale a pena destacar 5 que merecem uma atenção especial. Confira!

1. Definições recomendadas pelos fabricantes

A definição do lubrificante certo para uma máquina começa nas recomendações dos fabricantes, que escolhem os produtos certos para a operação de cada equipamento.

2. Adequação ao regime de trabalho

Além do que é sugerido pelo fornecedor do maquinário, também é fundamental avaliar o ambiente e regime de trabalho do equipamento para optar pelo produto que vai garantir a performance nessas condições específicas.

3. Armazenamento e transporte dos lubrificantes

Um cuidado muito importante é com o armazenamento e transporte dos lubrificantes, para evitar que eles percam suas propriedades ou sejam contaminados.

4. Troca em área de trabalho limpa e organizada

Outro momento em que a contaminação pode ser um problema é a hora de realizar a aplicação do produto nas máquinas. Nessa etapa, o ambiente deve ser limpo e organizado. Investimentos em equipamentos simples como a válvula de engate rápido também ajudam muito.

5. Interpretação da análise de óleo

A análise de óleo é uma grande aliada da manutenção. Com ela, é possível identificar desgastes prematuros dos componentes e a saturação prematura do lubrificante causada por algum contaminante externo, por exemplo. Mas além do procedimento de análise, é crucial a presença de uma equipe qualificada capaz de interpretá-las.

Como os lubrificantes PETRONAS podem otimizar a manutenção de máquinas agrícolas?

Para lidar com o regime de trabalho severo do setor, é preciso contar com produtos de alta qualidade que atendam à todos os requisitos exigidos pelo maquinário. E, assim como em outros setores, a tecnologia sintética chegou para ser o grande divisor de águas na lubrificação desses equipamentos.

“Como o lubrificante sintético tem uma maior estabilidade térmica se comparado com o mineral, ele traz uma melhor performance para os equipamentos. A PETRONAS é um dos principais produtores mundiais de base sintética e nós saímos na frente em tecnologia sintética”, pontua Frederico.

A PETRONAS disponibiliza uma linha específica de produtos sintéticos, semi-sintéticos e minerais. Para o motor, um grande destaque é o URANIA K, que é um produto 100 % sintético 10W40.

“Já fiz diversos testes com esse produto e o resultado sempre é o mesmo, ele consegue no mínimo dobrar o período de troca em relação ao lubrificante mineral. Claro, tudo acompanhado com análises laboratoriais rigorosas”, avalia Frederico.

A PETRONAS conta também com a linha mineral de API CH-4, CI-4 e o CK-4, para equipamentos que exigem em sua garantia essa especificação. Para sistemas hidráulicos, existe a linha HV, HY VISCOSITE, muito robusta, com os produtos HYDRAULIC HV, nas viscosidades ISO VG 46, 68 e 100.

Inclusive, para sistemas hidráulicos de alta performance, uma boa opção é a linha HIDROBAK HV, nas viscosidades 68 e 100. Esse produto tem 153 de IV e já é um produto reconhecido e aclamado pelo mercado como um dos melhores fluidos hidráulicos de alta performance.

Outro fluido de extrema importância para o segmento agrícola são os fluidos multifuncionais para tratores com caixa conjugadas. Esses fluidos são muito importantes, pois eles atuam como fluidos hidráulicos, transmissão, na embrenhagem, eixo e freio. Para essa demanda, a melhor escolha é a linha ARBOR, na versão Mineral e semi-sintética que é o ARBOR MTF BF.

Fonte: https://inovacaoindustrial.com.br/

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