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3 fatores que afetam estabilidade térmica dos equipamentos

Dentre os diferentes fatores que interferem no funcionamento ideal de um equipamento, a estabilidade térmica desponta como uma das principais variáveis a ser observada na indústria. Na prática, esse fator está diretamente associado à performance, à produtividade e à durabilidade do equipamento — razão pela qual precisa ser devidamente acompanhada na gestão e manutenção do parque industrial.

O fato é que quando se trata de um equipamento mecânico, em que o funcionamento decorre da movimentação constante de componentes internos e há a presença de atrito, a geração de calor é um efeito natural. No entanto, cada equipamento apresenta uma temperatura ideal de funcionamento distinta, a depender do seu ciclo de operação, do tipo de material em que é produzida e dos sistemas de dissipação de calor, por exemplo. E essa temperatura ideal precisa ser respeitada.

Dada a importância desse tema para a indústria, preparamos este artigo listando 3 dos principais fatores que afetam a estabilidade térmica dos equipamentos industriais e que você precisa conhecer. Continue a leitura e confira!

A importância do equilíbrio térmico no funcionamento de equipamentos

Existem diferentes variáveis que interferem na estabilidade térmica dos equipamentos: desde questões relacionadas à sua operação dentro da indústria, passando pela rotina de cuidados e manutenções, até a qualidade dos produtos e insumos utilizados nesses processos.

Gerenciar essas questões é uma ação primordial para qualquer indústria. Isso porque, como dito, a estabilidade térmica do maquinário impacta também na produtividade do parque industrial, nos custos de manutenção e, principalmente, na segurança das instalações.

Hoje, à medida que a tecnologia avança, o que se percebe é que os maquinários estão cada dia mais compactos, ao passo que estão sujeitas a jornadas de operação ininterruptas e a um volume de serviço ainda maior. Por esses motivos, é ainda mais importante estabelecer uma rotina de cuidados para preservar a eficiência de cada equipamento, assegurando o aproveitamento dos investimentos da empresa.

Para isso, conhecer os fatores que afetam a temperatura de operação dos equipamentos é, sem dúvida, um dos primeiros passos a serem adotados para garantir o funcionamento ideal do parque industrial, priorizando o rendimento, durabilidade e segurança. Então, veja a seguir 3 principais variáveis que interferem na estabilidade térmica dos equipamentos

Principais variáveis que interferem na estabilidade térmica de equipamentos

Não existe apenas uma variável capaz de interferir na estabilidade térmica de um equipamento mecânico. Na realidade, são várias as situações de uso e do próprio funcionamento do maquinário relacionadas com a questão da temperatura. A seguir, listamos alguns dos principais fatores que causam variações térmicas no maquinário:

1. Atrito

O atrito é certamente um dos fatores que mais impactam a estabilidade térmica dos equipamentos. Isso ocorre devido ao movimento contínuo de peças móveis, presente no funcionamento de grande parte dos equipamentos industriais.

Esse ponto, apesar de crítico, já é considerado no processo de fabricação do maquinário e, por esse motivo, tem soluções bastante eficientes e que minimizam os efeitos térmicos que a fricção constante gera, como é o caso dos sistemas de arrefecimento integrados aos equipamentos.

2. Condições de operação

Muitos dos equipamentos industriais operam com base em processos cíclicos, isto é, repetitivos. Essa característica tem uma ligação direta com o ponto citado anteriormente, o atrito. A lógica é bastante simples: quando maior for a frequência de trabalho de um equipamento, ou seja, quanto mais vezes ele repete o ciclo de operação, maior será o atrito e o calor gerado.

Por essa razão, entre os cuidados para manter a estabilidade térmica do maquinário, está a operação de acordo com os limites estabelecidos. Quando expostas a sobrecargas de trabalho e altas frequências, é comum que os sistemas de arrefecimento não sejam suficientes para controlar a temperatura, assim como os lubrificantes tendem a não cumprir sua função com a eficiência desejada.

3. Lubrificação

Outro ponto que interfere diretamente na temperatura de trabalho de equipamentos é a lubrificação. Esse é um fator elementar no equilíbrio térmico, visto que a função básica dos lubrificantes é facilitar o deslizamento de partes móveis, reduzindo o atrito e, consequentemente, o calor gerado por ele.

Contudo, o potencial de redução de atrito e, ainda, de dissipação de calor, depende muito da utilização correta dos lubrificantes. Existem diferentes tipos de fluidos, com viscosidade, composição e tolerância ao aumento de temperatura totalmente distintos. Essas variáveis precisam ser consideradas na manutenção dos equipamentos, priorizando sempre a sua máxima performance.

Vale lembrar que a estabilidade da temperatura do fluido é vital para a boa operação de sistemas mecânicos. Isso porque, todos os fluidos hidráulicos e lubrificantes têm limites práticos para a faixa de temperatura operacional tolerável — níveis altos e baixos, a depender da composição do fluido.

Dessa forma, o maquinário tende a perder estabilidade e a experimentar falhas sempre que a temperatura do fluido do sistema ultrapassar esses limites. Se não for solucionada, a falha resultará, com o passar do tempo, no desgaste do material e perda de desempenho por causa da redução de pressão, por exemplo.

Práticas para otimizar a estabilidade térmica dos equipamentos

A estabilidade térmica do maquinário, sem dúvida, depende de uma política de manutenções bem aplicada. Como se trata de equipamentos mecânicos, em que o uso constante, por si só, já gera uma degradação, é essencial estabelecer uma rotina de reparos.

Nesse ponto, destaca-se a necessidade de substituição pontual e precisa dos lubrificantes. Mais uma vez, é preciso considerar que a lubrificação correta é crucial não apenas para a estabilidade térmica do equipamento, mas para a sua durabilidade e segurança.

O fato é que os lubrificantes, por serem expostos a diferentes condições de pressão e temperatura, perdem suas propriedades com o tempo. O efeito mais comum é perda de viscosidade, que o torna menos eficiente na redução do atrito, necessitando, assim, de substituição. Uma das formas de otimizar a estabilidade térmica seria a utilização de lubrificação com fórmulas de maior índice de viscosidade, indicador que está relacionado com a taxa de variação da viscosidade e com a variação da temperatura.

Além disso, outra recomendação importante é sempre utilizar lubrificantes e insumos de manutenção de boa qualidade. Produtos testados em diferentes situações e especificamente desenvolvidos para cada tipo de equipamento e aplicação, por exemplo, fazem toda a diferença na questão dos custos de manutenção, durabilidade do produto e eficiência operacional do maquinário.

Nesse ponto, a PETRONAS se destaca no mercado de lubrificantes, oferecendo uma gama completa e de alta qualidade para aplicações industriais. Adotando os processos mais modernos de desenvolvimento e fabricação de soluções em lubrificação, a empresa atua em diferentes países do mundo, entregando o que há de mais eficiente e durável.

Por fim, a estabilidade térmica dos equipamentos é um ponto de grande relevância na gestão do parque industrial. Por estar associada à eficiência operacional, custos de manutenção e segurança das atividades, a indústria precisa acompanhar de perto as variáveis citadas, garantindo a boa performance de seu maquinário



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